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01/jun/11 por Agnes Pires

7 erros clássicos na hora de fazer um cartão de visitas

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Cartão de Mark Zuckerberg

Cartão de Mark Zuckerberg, do Facebook: ele pensava duas vezes para não cometer uma gafe séria

Reza a lenda que, no início do Facebook, Mark Zuckeberg tinha que quebrar a cabeça antes de  entregar seu cartão de visitas. Ele mantinha dois modelos: um convencional e outro com a sentença “Eu sou o CEO, idiota” (em uma tradução eufemista).

Mas você não precisa ser Zuckeberg, nem ter um cartão de visitas com um tom tão, digamos, agressivo, para escorregar no inocente ato de entregar um cartão de apresentação. Por isso, confira quais são as gafes mais clássicas e sutis na hora de elaborar essa ferramenta de trabalho.

1. Pseudo currículo
Calma. Antes de compilar todas as informações sobre o seu trabalho, lembre-se de que o cartão de visitas não tem a função de currículo – muito menos de propaganda de você.

Regra de ouro: seja absurdamente objetivo e não ceda à tentação de ir além dos dados profissionais. Se, realmente, houver necessidade de outras informações, use a parte de trás do cartão.

2. Ir de papel sulfite
Ou outro tipo de papel extremamente frágil. Prefira materiais com textura ou algum peso. Você não vai querer que o “documento” de apresentação do seu trabalho acabe no lixo por motivos estruturais, certo?

3. Usar a fonte Symbol do Word
Ok. Você não precisa ir tão além e imprimir seu cartão de visitas apenas com símbolos, mas cuidado para não “inovar” demasiadamente na hora de escolher a fonte. Por mais descolada que seja sua área de atuação, não vale misturar diferentes tipos de fonte ou tamanhos. Se pintar dúvida, opte pelo clássico.

4. Letras miúdas
O novo contato profissional precisou espremer as pálpebras para ler seu cartão? Sinal vermelhíssimo. Escolha um tamanho de fonte adequada para que pessoas de qualquer idade – ou problema de visão – consiga compreender o que está escrito ali.

5. Um carnaval de cores
Tudo bem que todo mundo adoraria impressionar com seu cartão de visitas. Mas não ceda à tentação de exagerar nas cores. Escolha, no máximo, três cores diferentes para compor sua marca pessoal.

6. Confusão visual
Cuidado para não combinar imagens que não tem qualquer relação com sua área de atuação. Por exemplo, se você trabalha no ramo de tecnologia, não vale ilustrá-lo com flores. Lembre-se: as ilustrações devem ser a síntese do tipo de trabalho que você faz.

7. Assassinatos do português
Erros de gramática ou digitação não combinam com uma ferramenta que se propõe a, de certa forma, vender uma ideia do seu trabalho. Atenção redobrada na hora de revisá-lo.

Fonte: Exame

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